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Famílias Della Colletta e Gava

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Imigrantes Italianos

Famílias Della Colletta e Gava

Os integrantes da família Della Colletta (ramo ao qual pertencemos) que residiam na cidade de Mansuè, localizada na Província de Treviso, Região do Veneto, imigraram para o Brasil no ano de 1897, partindo do porto de Genova em 18/11/1897 no navio Assiduità, desembarcando no porto de Santos/SP em 09/12/1897. Nesta ocasião imigraram para o Brasil nosso bisavô materno Giovanni Battista Della Colletta (22 anos - nascido em 1875 na cidade de Mansuè), juntamente com sua mãe Lucia Gava (nossa trisavó materna - 51 anos - viúva - provavelmente nascida em 1846 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior, localizada na Província de Treviso).


Giovanni Battista Della Colletta

Nosso bisavô Giovanni Battista era filho do casal Giovanni Della Colletta e Lucia Gava e possuía uma irmã gêmea chamada Giovanna Della Colletta, que na ocasião era casada com Antonio Montagner e não imigrou para o Brasil, permanecendo na cidade de Mansuè, cidade na qual faleceu em 1940, onde está sepultada. Nosso trisavô Giovanni Della Colletta nasceu em 1845 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto), localizada na Província de Treviso, Região do Veneto e faleceu em 1875 no Distrito (Frazione) de Basalghelle (residia na via Cornaré nº 74), na cidade de Mansuè, onde está sepultado, sendo que na ocasião de seu falecimento, nossa trisavó Lucia estava no 6º mês de gravidez dos gêmeos. Nosso trisavô Giovanni possuía um irmão chamado Giuseppe Vittore Della Colletta e eram filhos do casal (B) Giovanni Della Colletta e Anna Maria Pinese. Nosso tataravô Giovanni Della Colletta nasceu em 1805 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto) e era filho do casal Giovanni Della Colletta e Maria Boscalin. Nossa tataravó Anna Maria Pinese nasceu em 1813 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior, era filha do casal Giuseppe Pinese e Maragarita Angela Breda e faleceu em 1880 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè, onde está sepultada.

Após chegarem ao Brasil, o destino de nosso bisavô Giovanni Battista e de sua mãe Lucia foi a fazenda Santa Cruz (recrutados pela cafeicultora Veridiana Valéria da Silva Prado, esposa de Martinho da Silva Prado, proprietários da fazenda) localizada na cidade de Araras/SP, região na qual conheceu nossa bisavó materna pertencente a família Minatel. Não descartamos a possibilidade de nosso bisavô Giovanni Battista, antes de sua partida para a fazenda Santa Cruz, ter residido como colono em outras fazendas nas regiões de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP) e Limeira/SP, juntamente com outros integrantes da família Della Colletta.

Em 1903 na cidade de Araras/SP, nosso bisavô Giovanni Battista Della Colletta casou-se com Regina Maria Minatel (nossa bisavó materna)
, cidade na qual residiram por alguns anos. O casal teve os filhos Pedro, Lúcia, Thereza, Ângelo Ambrosio, Vergínio, Victorio (provavelmente faleceu recém-nascido), Rozina (nossa avó materna), Júlia e Vergínia. Por volta de 1905 a família tranferiu residência para as redondezas do Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP), bairro este fundado nas terras da antiga fazenda Cascalho, que em 1884 foi convertida no Núcleo Colonial de Cascalho (o primeiro fundado pelo Governo do Estado de São Paulo), terras que em seus primórdios foram de propriedade de José Ferraz de Campos, Barão de Cascalho, o primeiro dos plantadores de café no oeste paulista. Em meados de 1909 nosso bisavô Giovanni Battista e família, juntamente com outros integrantes da família Della Colletta, transferiram residência para a fazenda Água Santa, localizada na Vila de Santa Ernestina (atual Santa Ernestina/SP), na ocasião pertencente a cidade de Taquaritinga/SP (antiga Ribeirãozinho/SP), a qual possuía uma estação ferroviária de mesmo nome, inaugurada em 1901, originalmente construída pela E. F. Araraquara e posteriormente adquirida pela FEPASA, sendo que posteriormente transferiram residência para uma fazenda localizada no Distrito de Dobrada (atual Dobrada/SP), na ocasião pertencente a cidade de Matão/SP, o qual também possuía uma estação ferroviária de mesmo nome, inaugurada em 1901, originalmente construída pela E. F. Araraquara. Por volta de 1916 a família mudou-se para uma fazenda na cidade de Ibirá/SP, onde residiram por alguns anos em vários locais, dentre eles a fazenda Cachoeirinha. Em meados de 1937, nosso bisavô Giovanni Battista e família transferiram residência para a fazenda Bacuri (naquela época a grafia do nome da fazenda era Bacury) localizada na cidade de Urupês/SP (antiga Mundo Novo/SP), nas redondezas da rodovia que liga os municípios de Urupês/SP e Novo Horizonte/SP. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes de nossos bisavós residindo nas cidades de Santo André/SP, Sumaré/SP, Nova Odessa/SP, Itupeva/SP, Jundiaí/SP, Catanduva/SP, Araçatuba/SP, Ribeirão Preto/SP, Mirandópolis/SP, Pereira Barreto/SP, Sud Mennucci/SP, Colorado/PR, Paranavaí/PR, São José dos Pinhais/PR, Curitiba/PR, Apucarana/PR, Umuarama/PR, Colombo/PR, Maringá/PR, Brasilândia/MS e Goiânia/GO. A matriarca da família, nossa trisavó Lucia Gava faleceu em 1931, na fazenda Cachoeirinha, na cidade de Ibirá/SP, onde está sepultada. Nosso bisavô Giovanni Battista faleceu em 1945 na cidade de Urupês/SP, onde está sepultado.

Nossa avó Rozina Della Colletta (entre seus netos, Rozina era chamada de "Vó Rosa") nasceu em 1920 na cidade de Ibirá/SP, foi batizada no mesmo ano na Paróquia São Sebastião, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Pietro Brunetta e Maria Pantarotto), casou-se com Romeo Cremon (nosso avô materno) em 1937 também na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, dentre eles fazenda São Pedro e fazenda das Flores. O casal teve os filhos Benedito (faleceu recém-nascido), Lavínia Deonilde, Lineide (faleceu recém-nascida), Denir, Ireide, Diva Aparecida (faleceu um ano após seu nascimento) e Dálvio Luiz. Além da cidade de Ibirá/SP, nossos avós residiram também em fazendas localizadas nas cidades de Nhandeara/SP, Estrela D'Oeste/SP, Jales/SP e Vitória Brasil/SP, nas quais trabalharam na lavoura de café e algodão. Em meados de 1950, a família transferiu residência para a cidade de Santo André/SP, residindo primeiramente no Parque das Nações e posteriormente na rua Erechim, Parque Erasmo Assunção, local onde residiram por vários anos. Na cidade de Santo André/SP, um dos primeiros locais onde nosso avô Romeo trabalhou, foi na construção do moinho São Jorge, moinho este dedicado a moagem de trigo, que impressionava por seu tamanho e por possuir em seu topo um luxuoso salão de festas conhecido como "Palácio de Mármore". Nossa avó Rozina faleceu em 1973 na cidade de Santo André/SP e nosso avô Romeo faleceu em 1976 na cidade de São Caetano do Sul/SP, sendo que ambos foram sepultados na cidade de Santo André/SP. Em 2017 os restos mortais de nossos avós foram transferidos para a cidade de Itupeva/SP.

Com relação a informações sobre os irmãos de nossa avó Rozina, relatamos abaixo o que obtivemos até o presente momento. Gostaríamos que as pessoas que souberem um pouco da história destas famílias e de seus descendentes, entrassem em contato conosco para fornecer-nos maiores detalhes, pois possuímos poucas informações a respeito destes nossos antepassados.

Pedro Della Colletta - Primogênito da família, nascido em 1904 na fazenda Santa Cruz, localizada na cidade de Araras/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Marco De Zan e Teresa Cogliatti), casou-se com Thereza Fusetto em XXXX na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, dentre eles fazenda Cachoeirinha e fazenda São Pedro. Thereza nasceu em XXXX na cidade de XXXX e era filha do casal Giuseppe Fusetto e Regina. O casal teve os filhos Amália, Antônio, Aparecido, Dirce, Mafalda, Mário, Maximino, Milton, Waldecyr e Zenaide. Em meados de 1937, Pedro e família transferiram residência para a fazenda Bacuri (naquela época a grafia do nome da fazenda era Bacury) localizada na cidade de Urupês/SP (antiga Mundo Novo/SP), nas redondezas da rodovia que liga os municípios de Urupês/SP e Novo Horizonte/SP. Posteriormente a família trasferiu residência para o Estado do Paraná, onde residiram na cidade de Colorado/PR e em meados de 1975 transferiram residência para a cidade de Sumaré/SP. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo na cidade de Sumaré/SP. Pedro e Teresa faleceram em XXXX e XXXX respectivamente, ambos na cidade de Sumaré/SP, onde estão sepultados.

Lúcia Della Colletta - Nascida em 1905 na cidade de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP), foi batizada na Paróquia de Santo Antônio, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Luigi Della Colletta e Lucia De Zan). Até o presente momento não possuímos maiores informações sobre a mesma.

Thereza Della Colletta - Nascida em 1909 na cidade de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP), foi batizada na Paróquia de Santo Antônio, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Luigi Della Colletta e Lucia De Zan). Até o presente momento não possuímos maiores informações sobre a mesma.

Ângelo Ambrosio Della Colletta - Nascido em 1911 na fazenda Água Santa, localizada na cidade de Santa Ernestina/SP (antiga Vila de Santa Ernestina, na época pertencente a cidade de Taquaritinga/SP), foi batizado na Paróquia de São Joaquim e Sant'Ana, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Giovanni Brunetta e Maria Bianchi), casou-se com Maria Battilana em 1932 na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, dentre eles a fazenda São Pedro. Maria nasceu em 1914 na cidade de Sales Oliveira/SP (na época Distrito Salles Oliveira pertencente a cidade de Orlândia/SP) e era filha do casal Giuseppe Battilana e Sofia Beverari. O casal teve os filhos Domingos, Lydia, Moacir, Valdemar, João, Jaime e Valdecir. Em meados de 1940, Ângelo Ambrosio e família transferiram residência para a fazenda Bacuri (naquela época a grafia do nome da fazenda era Bacury) localizada na cidade de Urupês/SP (antiga Mundo Novo/SP), nas redondezas da rodovia que liga os municípios de Urupês/SP e Novo Horizonte/SP. Posteriormente a família residiu também na cidade de Osvaldo Cruz/SP e em meados de 1948 transferiram residência para o Estado do Paraná, onde residiram inicialmente na cidade de Marialva/PR e posteriormente nas cidades de Mandaguaçu/PR e Umuarama/PR. Em Mandaguaçu/PR residiram em uma localidade chamada Gleba Atlantique e em Umuarama/PR residiram em uma fazenda localizada na localidade Estrada Vermelha, estrada esta que ligava os municípios de Umuarama/PR e Perobal/PR (antigo distrito pertencente a cidade de Umuarama/PR). Em meados de 1975 a família transferiu residência para a cidade de Tupãssi/PR, onde residiram por aproximadamente 10 anos, retornando posteriormente para a cidade de Umuarama/PR. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de Curitiba/PR, Umuarama/PR, Colombo/PR, Maringá/PR, Ribeirão Preto/SP, Mirandópolis/SP e Goiânia/GO. Ângelo Ambrosio faleceu em 1995 na cidade de Umuarama/PR, onde está sepultado e Maria faleceu em 1996, na cidade de Ribeirão Preto/SP, sendo sepultada na cidade de Jardinópolis/SP.

Em janeiro/2018 descobrimos novas informações referentes a família de Maria Battilana. Com relação aos seus pais, descobrimos após pesquisa realizada no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante), referente aos livros de registros de entradas/desembarques de imigrantes, que a família Battilana
residia em uma cidade localizada na Província de Treviso, Região do Veneto, sendo que a família residiu no Brasil em dois períodos distintos. Na primeira imigração, a família imigrou para o Brasil no ano de 1888, partindo provavelmente do porto de Genova em 17/11/1888 no navio Frisia e desembarcando no porto de Santos/SP em 11/12/1888 (livro 016, fl 078, família 00504), sendo que na ocasião imigraram Giacinto Battilana (35 anos), juntamente com sua esposa Maria Precoma (36 anos) e os filhos Luigi (15 anos), Carlo (11 anos), Luigia Maria (10 anos), Nicolò (08 anos), Antonio (05 anos), Alessandro (03 anos) e Biagio (01 ano). Nesta ocasião, após chegarem ao Brasil, o destino da família Battilana foi a fazenda Tanquinho (recrutados pelo cafeicultor Manuel Carlos Aranha (Barão de Anhumas), proprietário da fazenda) localizada na cidade de Campinas/SP, a qual possuía uma estação ferroviária de mesmo nome, inaugurada em 1875, originalmente construída pela Cia. Mogiana de Estradas de Ferro. Giacinto e família residiram neste local alguns anos, retornando posteriormente para a Itália. A família imigrou pela segunda vez para o Brasil no ano de 1898, partindo provavelmente do porto de Genova em 17/01/1898 no navio Attività e desembarcando no porto de Santos/SP em 10/02/1898 (livro 062, fl 025, família 04070), sendo que na ocasião imigraram Giacinto Battilana (44 anos), juntamente com sua esposa Maria Precoma (45 anos) e os filhos Carlo (20 anos), Luigia Maria (19 anos), Nicolò (17 anos), Antonio (14 anos), Alessandro (12 anos), Giovanni (10 anos), Giuseppe (09 anos), Massimiliano (06 anos) e Angelo (04 anos). Após chegarem ao Brasil, o destino da familia Battilana foi a fazenda Buenópolis (recrutados pelo cafeicultor Cel. Joaquim da Cunha Bueno, proprietário da fazenda) localizada parte de suas terras na cidade de Ribeirão Preto/SP e a outra parte na cidade de Cravinhos/SP. Giacinto era filho do casal Francesco Battilana e Domenica Soligo e Maria era filha do casal Nicolò Precoma e Maria Dametto.

Com relação a família Beverari, seus registros constam no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo grafados erroneamente como família Beveroni, sendo que a mesma residia em uma cidade localizada na Região do Veneto, imigrou para o Brasil no ano de 1895, partindo provavelmente do porto de Genova em 14/08/1895 no navio Bearn e desembarcando no porto de Santos/SP em 08/09/1895 (livro 051, fl 027, família 33210), sendo que na ocasião imigraram Luigi Gaetano (32 anos), juntamente com sua esposa Rosa Pompele (26 anos), os filhos Tullio (05 anos), Sofia (03 anos), Giuseppe (01 ano) e sua mãe Filomena Zanardi (51 anos). Não sabemos qual foi o destino incial da família após a chegada ao Brasil, porém em meados da década de 1930 a família residia na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, dentre eles fazenda Cachoeirinha, região do Córrego do Coqueiro e fazenda São Pedro. Aqui no Brasil, o casal Luigi Gaetano e Rosa tiveram os filhos Victorio, Carlos, Adolpho e Josephina. Luigi Gaetano era filho do casal Prosdocimo Beverari e Filomena Zanardi e Rosa era filha do casal Ferdinando Pompele e Stella Steccanella. Rosa Pompele faleceu em meados de 1935 na cidade de Ibirá/SP, onde está sepultada.

Em meados de 1930, o casal Giuseppe Battilana e Sofia Beverari residia na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, com destaque para a fazenda São Pedro. Além de Maria, o casal teve outros filhos, dentre eles Mário, Jacyntho e Paulo.

Vergínio Della Colletta - Nascido em 1913 na cidade de Dobrada/SP (na época Distrito de Dobrada pertencente a cidade de Matão/SP), foi batizado na Paróquia de São Sebastião, localizada na cidade de Taquaritinga/SP (tendo como padrinhos Antonio Lorenzo Della Colletta e Angela Pastre), casou-se com Maria Cortonesi em 1936 na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, dentre eles a fazenda São Pedro. Maria nasceu em XXXX na cidade de XXXX e era filha do casal Angelo Cortonesi e Ângela Vidotti. O casal teve os filhos Laurindo, Antônio, Hilário, Fátima e Cida (desconhecemos seu nome). Em meados de 1940, Vergínio e família transferiram residência para a fazenda Bacuri (naquela época a grafia do nome da fazenda era Bacury) localizada na cidade de Urupês/SP (antiga Mundo Novo/SP), nas redondezas da rodovia que liga os municípios de Urupês/SP e Novo Horizonte/SP. Posteriormente a família residiu na cidade de Pereira Barreto/SP. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de Pereira Barreto/SP, Sud Mennucci/SP, Ilha Solteira/SP e Brasilândia/MS. Vergínio faleceu em XXXX na cidade de Pereira Barreto/SP, onde está sepultado e Maria faleceu em XXXX na cidade de XXXX, onde está sepultada.

Em janeiro/2018 descobrimos novas informações referentes a família de Maria Cortonesi. Com relação aos seus pais, descobrimos após pesquisa realizada no banco de dados do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (antigo Memorial do Imigrante), referente aos livros de registros de entradas/desembarques de imigrantes, que a família Cortonesi imigrou para o Brasil no ano de 1893, partindo provavelmente do porto de Genova em 23/02/1893 no navio Matteo Bruzzo e desembarcando no porto de Santos/SP em 19/03/1893 (livro 038, fl 099, família 41940), sendo que na ocasião imigraram Raffaello Cortonesi (41 anos), juntamente com sua esposa Luisa Bonachi (41 anos) e os filhos Guido (17 anos), Orsola (16 anos), Matilde (13 anos), Argentina (12 anos), Giuseppe (09 anos - acreditamos que a grafia correta de seu nome correto seja Giuseppe Angelo), Emilio (07 anos) e Ottavio (01 ano). Com relação a família Vidotti, Antonio Vidotti imigrou sozinho para o Brasil no ano de 1891, partindo provavelmente do porto de Genova em 05/06/1891 no navio Caffaro e desembarcando no porto de Santos/SP em 29/06/1891 (livro 027, fl 029, família 00508). Aqui no Brasil conheceu e casou-se com Filomena, sendo que tiveram vários filhos, dentre eles Ângela.

Em meados de 1930, o casal Angelo Cortonesi e Ângela Vidotti residia na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, com destaque para a fazenda São Pedro. Além de Maria, o casal teve outros filhos, dentre eles João de Deus e Marcília.

Victorio Della Colletta - Nascido em 1916 na cidade de Ibirá/SP, foi batizado no mesmo ano na Paróquia São Sebastião, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos Giovanni Brunetta e Maria Bianchi). Acreditamos que Victorio faleceu recém-nascido na cidade de Ibirá/SP, onde provavelmente está sepultado.

Júlia Della Colletta - Nascida em 1926 na cidade de Ibirá/SP, casou-se com Jovino de Souza Menino em 1943 na cidade de Urupês/SP (antiga Mundo Novo/SP), cidade na qual rediriam por alguns anos na fazenda Bacuri (naquela época a grafia do nome da fazenda era Bacury) localizada na cidade de Urupês/SP (antiga Mundo Novo/SP), nas redondezas da rodovia que liga os municípios de Urupês/SP e Novo Horizonte/SP. Jovino nasceu em 1922 na cidade de Viradouro/SP e era filho do casal Ludovico de Souza Menino e Alexandrina Presciliana Bezerra. O casal teve os filhos Aparecido, Alexandrina, Helena, Maria, Regina e Vera. Posteriormente Jovino e família transferiram residência para a cidade de Novo Horizonte/SP e em meados de 1950 transferiram residência para o Estado do Paraná, onde residiram na cidade de Paranavaí/PR. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de Apucarana/PR e Paranavaí/PR. Jovino faleceu em 1979 na cidade de Paranavaí/PR, onde está sepultado e Júlia faleceu em 2015 na cidade de Apucarana/PR, sendo sepultada na cidade de Paranavaí/PR.

Vergínia Della Colletta - Até o presente momento não possuímos maiores informações sobre a mesma.




Acompanhando nosso bisavô Giovanni Battista, imigrou também nesta ocasião seu tio Giuseppe Vittore Della Colletta (43 anos - provavelmente nascido em 1854 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè), juntamente com sua esposa Teresa Pollesel (34 anos - provavelmente nascida em 1863 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè) e os filhos Paola (04 anos) e Emilio (01 ano). Com certeza o casal teve mais alguns filhos aqui no Brasil, porém ainda não possuímos estas informações. Após chegar ao Brasil, o destino de Giuseppe Vittore e família foi uma fazenda (recrutados pelo cafeicultor Erasmo do Amaral, proprietário da mesma) localizada na cidade de Guariba/SP. Por volta de 1909 a família residia nas redondezas do Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP), bairro este fundado nas terras da antiga fazenda Cascalho, que em 1884 foi convertida no Núcleo Colonial de Cascalho (o primeiro fundado pelo Governo do Estado de São Paulo), terras que em seus primórdios foram de propriedade de José Ferraz de Campos, Barão de Cascalho, o primeiro dos plantadores de café no oeste paulista. Nesta ocasião, a filha do casal Paola Della Colletta casou-se com Francesco Bertagna (filho do casal Jacob Bertagna e Caterina Cigana) em 1909 na cidade de Cordeirópolis/SP. Em meados de 1935, o casal Francesco Bertagna e Paola Della Colletta residiam na cidade de Ibirá/SP, cidade na qual residiram por alguns anos em vários locais, com destaque para a fazenda Boa Esperança. Desconhecemos os demais locais onde este ramo da família residiu e os locais de residência de seus descendentes. Segundo informações, é provável que existam descendentes deste casal residindo no Estado do Paraná.





Cordeirópolis: vista aérea da cidade na década de 1930 (IGC)



Notas:

Como informado, nossa trisavó Lucia Gava imigrou com seu filho Giovanni Battista (nosso bisavô), vindo a falecer aqui no Brasil em 1931 na cidade de Ibirá/SP, onde está sepultada. Na ocasião da vinda para o Brasil, a família requisitou junto a prefeitura da cidade de Mansuè, desconto de 50% no passe para a viagem de translado entre as cidades de Oderzo (localizada próxima a cidade de Mansuè) e G
enova (cidade onde localizava-se o porto para embarque ao Brasil).

Na Itália existem 4 variantes para este sobrenome: Dalla Coletta, Dalla Colletta, Della Coletta e Della Colletta, mas acreditamos que todos pertençam a uma mesma família (origem). Os D
alla Colletta/Della Colletta possuíam apelidos que serviam para distinguir uma família de outra, sendo que dentre estes apelidos destacamos "Vettoruz", "Faldon" e "Capraro". Nos documentos italianos que obtivemos (registros de nascimentos, casamentos e óbitos) encontramos variações e alternâncias na utilização do sobrenome (inclusive dentro de uma mesma família), que em alguns casos apresentam a grafia Dalla Colletta e outros que apresentam a grafia Della Colletta. Mantivemos o sobrenome dos respectivos imigrantes conforme encontrado nos documentos que conseguimos obter, e mantivemos o título desta seção como Família Della Colletta, com dois "LL" e dois "TT", pois na documentação de nosso bisavô consta desta forma. Com o passar das gerações, alguns descendentes passaram a usar o sobrenome de forma reduzida, assinando seus nomes somente como Colletta, Coletta ou Coleta. Alguns documentos brasileiros que possuímos, trazem a grafia do sobrenome de nosso bisavô Giovanni Battista Della Colletta totalmente distorcida, escrito como "Colette", "Coleto" e "Calette".

Em 06/02/08 recebemos contato de um representante da Prefeitura Municipal de Urupês/SP, como resposta a nossa solicitação de pesquisa junto aos arquivos do Cemitério Municipal, para levantamento de informações referentes a data de sepultamento e identificação da sepultura de nosso bisavô Giovanni Battista Della Colletta. Nos foi informado que após a referida pesquisa, foi encontrado somente registro de pagamento de custos de sepultamento efetuado por Pedro Colletta (Pedro Della Colletta era o filho mais velho de nossos bisavós Giovanni Battista Della Colletta e Regina Maria Minatel), referentes a sepultamento efetuado em 17/01/1942, sepultura nº 2526, sem citação do nome do falecido. Pela data informada, o referido sepultamento não refere-se ao de nosso bisavô, pois de acordo com certidão de óbito em nosso poder, o mesmo faleceu em 1945. Acreditamos que trata-se do sepultamento de algum familiar direto de Pedro (esposa ou filhos). Estivemos em visita ao Cemitério Municipal de Urupês/SP e não conseguimos localizar a referida sepultura.


Em pesquisa efetuada na Internet, encontramos em um artigo o nome de algumas das principais fazendas cafeeiras de Cordeirópolis/SP que receberam imigrantes para trabalho em suas lavouras: fazenda Ibicaba (hoje pertencente ao município de Cordeirópolis/SP, porém anteriormente pertenceu ao município de Limeira/SP), fazenda do Bosque, fazenda das Perobas, fazenda Santa Thereza, fazenda Velha, fazenda Remanso, fazenda Santa Maria, fazenda Palmeirinha, fazenda Santana, fazenda Belo Horizonte, fazenda Boa Vista, fazenda Goiapá, fazenda do Barreiro e fazenda do Monteiro.

Em 1994 na cidade de Cordeirópolis/SP, ocorreu um
encontro entre os descendentes da família Della Colletta, do qual infelizmente não participamos. Iniciamos nossas pesquisas somente em 1999 e desconhecíamos totalmente os descendentes desta imensa família. Acreditamos que o ramo ao qual pertencemos não era totalmente conhecido pelos organizadores daquele encontro e que muitos, ainda hoje, desconhecem por completo a nossa existência. Neste encontro ocorreu a dilvulgação do livreto UMA BREVE HISTÓRIA DE NOSSA GENTE OS DELLA COLETTA (de autoria de Eduardo Della Colletta) que narra a história do casal Giovanni Della Colletta e Severina Zanette e de seus descendentes, pertencentes a um dos vários ramos desta imensa família. Em 2005 por acasião dos 120 anos de criação do Núcleo Colonial de Cascalho e 110 anos da chegada dos primeiros imigrantes ao mesmo, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção, localizada no Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP, divulgou o livro CASCALHO - IMIGRANTES DE ONTEM, BRASILEIROS DE HOJE, que narra a história das famílias que colonizaram o referido Bairro do Cascalho, dentre elas as famílias Della Colletta, Minatel e Gava, das quais somos descendentes.



Durante nossas pesquisas, descobrimos informações sobre outros integrantes da família Della Colletta (alguns não pertencentes ao nosso ramo) que imigraram para o Brasil. As informações nos foram gentilmente enviadas por Jerônimo Della Colletta da cidade de São Caetano do Sul/SP, um grande pesquisador da origem da família Della Colletta. As informações enviadas (manuscritos) referem-se a integrantes da família Della Colletta que imigraram para o Brasil, mais precisamente para o Estado de São Paulo em 1887, 1888, 1889, 1897, 1898, 1902 e para o Estado do Rio Grande do Sul em 1880 e 1884. Em nosso texto utilizamos os termos
Ramo Verde e Ramo Azul, devido a esta identificação estar presente em uma árvore genealógica da família, que consta no material fornecido por Jerônimo Della Colletta.


.: Ramo Verde :.

A) Filhos de Domenico Della Colletta e Lucia Ballarin

.: O primeiro filho deste ramo da família Della Colletta a imigrar para o Brasil no ano de 1888, partindo do porto de G
enova em 11/03/1888 no navio Savoie e desembarcando no porto de Santos/SP em 07/04/1888, foi Giovanni Della Colletta (57 anos - nascido em 1830 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com sua esposa Severina Zanette (49 anos - nascida em 1839 no Distrito (Frazione) de San Giacomo di Veglia, na cidade de Vittorio Veneto (antigas cidades de Ceneda e Serravalle)), os filhos Domenico (22 anos), Lucia Maria (15 anos), Luigi (12 anos) e a nora Margherita Anna Marchioni (21 anos), esposa de Domenico. Giovanni e Severina casaram-se em 1862 no Distrito (Frazione) de San Giacomo di Veglia, na cidade de Vittorio Veneto (antigas cidades de Ceneda e Serravalle), sendo Severina filha do casal Andrea Zanette e Maria Maset. Segundo informações, Giovanni e família não iniciaram a vida aqui no Brasil como colonos (diferente da maioria dos imigrantes que aqui chegavam), pois compraram o sítio das Perobas (atrás do sítio Hübner) no local que hoje localiza-se o Bairro do Cascalho (antigo Núcleo Colonial de Cascalho), na cidade de Cordeirópolis/SP. No antigo Núcleo Colonial de Cascalho, a família adquiriu lotes em 1892 (sendo um deles no valor de 375$440 (trezentos e setenta e cinco mil, quatrocentos e quarenta réis), conforme título de propriedade expedido pela Inspetoria de Terras, Colonização e Imigração, assinado pelo então governador do Estado de São Paulo, Bernardino de Campos). Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de São Paulo/SP, Torrinha/SP, Campinas/SP, Brasília/DF e em algumas cidades da Região de São José do Rio Preto/SP. Giovanni faleceu em 1899 e Severina em 1921, ambos no Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP, onde estão sepultados.

Na documentação que possuímos, há citação de que o casal Giovanni Della Colletta e Severina Zanette possuía mais uma filha, Maria (nascida em 1877 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior), porém acreditamos que a mesma faleceu ainda criança, pois não imigrou para o Brasil. No livro de registro de nascimentos arquivado na cidade de San Fior, o sobrenome de Maria está grafado como Dalla Colletta, assim como o de seu pai Giovanni.

Em 06/06/2003 recebemos um e-mail
enviado por um integrante da família Hübner, bisneto de Lucia Maria Della Colletta (nascida em 1872 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior, filha do casal Giovanni Della Colletta e Severina Zanette), onde o mesmo nos informou que sua bisavó Lucia Maria casou-se com Josef Hübner. Ele também nos enviou uma fotografia onde encontram-se o casal Giovanni Della Colletta e Severina Zanette, bem como seus filhos Luigi e Lucia Maria. No livro de registro de nascimentos arquivado na cidade de San Fior, o sobrenome de Lucia Maria está grafado como Dalla Colletta, assim como o de seu pai Giovanni.

.: Outros
três filhos deste ramo da família Della Colletta que imigraram para o Brasil no ano de 1889, partindo do porto de Genova por volta de 20/12/1888 no navio Carlo R. e desembarcando no porto de Santos/SP em 12/01/1889, foram os irmãos Lucia Della Colletta (44 anos - nascida em 1844 provavelmente na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com o filho Gio Batta (14 anos), Antonio Della Colletta (55 anos - nascido em 1833 provavelmente na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com a filha Antonia (15 anos) e Giuseppe Della Colletta (67 anos - nascido em 1821 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com sua esposa Angela Da Rè (68 anos). Acompanhando o casal Giuseppe e Angela, vieram o filho Francesco (40 anos), sua esposa Antonia Varaschin (34 anos) e seus filhos Angela (14 anos), Maddalena Pasqua (12 anos), Paola Angela (11 anos), Giuseppe (06 anos) e Vittoria (01 ano); o filho Giovanni (37 anos), sua esposa Maria Luisa Freschet (25 anos) e seus filhos Angelo (04 anos) e Angela (02 anos), sendo que no Brasil nasceram os filhos Antonieta, Fortunato (foi proprietário de armazém, moinho de fubá e fabrica de cerveja/refrigerante no Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP), José, Vitório, Maria, Antônio, Augusta, Amália, João e Regina; o filho Pietro (35 anos), sua esposa Vittoria Tonon (27 anos) e seus filhos Domenico (05 anos) e Augusto (02 anos), sendo que no Brasil nasceram os filhos José, Angelina e Vitório. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes do casal Giuseppe e Angela residindo nas cidades de Cordeirópolis/SP, Araras/SP, Limeira/SP, Pederneiras/SP, Jundiaí/SP, São Caetano do Sul/SP e Campinas/SP.

Na documentação que possuímos, há citação de que o casal Domenico Della Colletta e Lucia Ballarin possu
ía mais um filho, Pietro (provavelmente nascido em 1835), porém desconhecemos até o presente momento maiores detalhes, inclusive se imigrou para o Brasil. No livro de registro de nascimentos arquivado na cidade de San Fior, os sobrenomes de Maddalena Pasqua e Paola Angela estão grafados como Dalla Colletta, assim como o de seu pai Francesco.


C) Filhos de Pietro Della Colletta e Maria Da R
è

.: O primeiro filho deste ramo da família Della Colletta a imigrar para o Brasil, considerado o primeiro integrante da família Della Colletta a imigrar para o Estado de São Paulo no ano de 1887, partindo do porto de G
enova por volta de 14/04/1887 no navio La France e desembarcando no porto de Santos/SP em 06/05/1887, foi Antonio Della Colletta (44 anos - nascido em 1842 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com sua esposa Lucia Angelica Gava (41 anos - nascida em 1845 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior, filha do casal Domenico Gava e Caterina Pagot) e os filhos Caterina (15 anos), Vittoria (13 anos), Rosa (11 anos), Elisa (08 anos), Domenico (06 anos) e Pietro (02 anos). Antonio e Lucia Angelica casaram-se em 1865 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior. Segundo informações, o casal residiu inicialmente na cidade de Limeira/SP antes de transferirem residência para as redondezas do Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP), bairro este fundado nas terras da antiga fazenda Cascalho, que em 1884 foi convertida no Núcleo Colonial de Cascalho (o primeiro fundado pelo Governo do Estado de São Paulo), terras que em seus primórdios foram de propriedade de José Ferraz de Campos, Barão de Cascalho, o primeiro dos plantadores de café no oeste paulista. Posteriormente a família residiu em um sítio localizado no antigo Distrito de Japurá, na cidade de Tabapuã/SP, onde existia uma antiga estação ferroviária de mesmo nome, inaugurada em 1911, originalmente construída pela E. F. Araraquara, sendo que posteriormente residiram também nas cidades de Uchoa/SP e Potirendaba/SP. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de São José do Rio Preto/SP, São Paulo/SP, Curitiba/PR e muitos outros em várias cidade do Estado do Paraná. Segundo informações, Lucia Angelica faleceu em 1926 na cidade de Uchoa/SP, onde está sepultada e Antonio faleceu em 1929 na fazenda Boa Vista, na cidade de Potirendaba/SP, onde está sepultado.

Os outros filhos deste ramo que residiam em cidades da Província de Treviso, Região do V
eneto, imigraram para o Brasil no ano de 1897, partindo do porto de Genova em 18/11/1897 no navio Assiduità e desembarcando no porto de Santos/SP em 09/12/1897. Nesta ocasião imigraram para o Brasil:

.: Domenico Della Colletta (52 anos - provavelmente nascido em 1845 na cidade de San Fior), juntamente com sua esposa Anna Fioret (47 anos) e os filhos Luigi (20 anos), Antonio (17 anos), Assunta (15 anos), Angela (12 anos), Angelo (09 anos), Vito (07 anos) e Giuseppe (05 anos).
Após chegar ao Brasil, o destino de Domenico e família foi uma fazenda (recrutados pelo cafeicultor Erasmo do Amaral, proprietário da mesma) localizada na cidade de Guariba/SP. Desconhecemos os locais onde o casal Domenico e Anna Maria residiram. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de Sumaré/SP, Tanabi/SP, Estrela D'Oeste/SP e São Paulo/SP. Domenico faleceu em 1921 na cidade de Uchoa/SP, onde está sepultado.

Na documentação que possuímos, há citação de que o casal Domenico Della Colletta e Anna Fioret possuía mais duas filhas, Antonia Luigia (recém-nascida, faleceu em 1875 na cidade de Mansuè, onde está sepultada) e Maria (casada com Giuseppe Gobbo, faleceu em 1939 na cidade de Mansuè, onde está sepultada).

.: Francesco Giovanni Della Colletta (48 anos - provavelmente nascido em 1849 na cidade de San Fior), juntamente com sua esposa Caterina Pollesel (42 anos) e os filhos Caterina (15 anos), Vittoria (12 anos), Paolo (08 anos), Augusto (06 anos) e Pietro (04 anos). Após chegar ao Brasil, o destino de Francesco Giovanni e família foi a fazenda Santa Cruz (recrutados pela cafeicultora Veridiana Valéria da Silva Prado, esposa de Martinho da Silva Prado, proprietários da fazenda) localizada na cidade de Araras/SP. Desconhecemos os locais onde o casal Francesco Giovanni e Caterina residiram, bem como os locais de residência de seus descendentes. Francesco Giovanni faleceu em 1926 na cidade de Uchoa/SP, onde está sepultado.

Na documentação que possuímos, há citação de que o casal Francesco Giovanni Della Colletta e Caterina Pollesel possuía mais três filhos, Vincenzo (faleceu em 1881 na cidade de Mansuè, onde está sepultado), Amadeo (faleceu em 1883 na cidade de Mansuè, onde está sepultado) e Giorgio Emilio (acreditamos que faleceu ainda criança, pois não imigrou para o Brasil). No livro de registro de óbitos arquivado na cidade de Mansuè, o sobrenome de Amadeo está grafado como Dalla Colletta.

.: Giovanni Della Colletta (44 anos - provavelmente nascido em 1853 na cidade de San Fior), juntamente com sua esposa Elisabetta Casetta (29 anos) e as filhas Santa (07 anos), Teresa (03 anos) e Giuseppina (01 ano).
Após chegar ao Brasil, o destino de Giovanni e família foi a fazenda Santa Cruz (recrutados pela cafeicultora Veridiana Valéria da Silva Prado, esposa de Martinho da Silva Prado, proprietários da fazenda) localizada na cidade de Araras/SP, onde nasceram os filhos Maria, José e Antônio (gêmeos), João e Antonia. Depois de pouco tempo, o casal mudou-se para a fazenda Ibicaba, hoje pertencente ao município de Cordeirópolis/SP (anteriormente pertenceu ao município de Limeira/SP), onde trabalharam na lavoura de café, sendo que nesta fazenda nasceu Vergínia, a última filha do casal. Os descendentes deste casal podem estar residindo na cidade de Conchal/SP. Giovanni faleceu em 1916 na cidade de Limeira/SP, onde está sepultado. Elisabetta faleceu em 1950 na cidade Conchal/SP, onde está sepultada.

.: Pietro Della Colletta (41 anos - provavelmente nascido em 1856 na cidade de San Fior), juntamente com sua esposa Regina Setten (37 anos - nascida no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè,) e os filhos Teresa (14 anos), Antonio Lorenzo (12 anos), Giacomo (07 anos), Carolina (0
4 anos) e Rosa (3 meses - que faleceu durante a viagem e foi sepultada no mar). Ao chegarem ao Brasil foram residir e trabalhar nas redondezas do Bairro do Cascalho, na cidade de Cordeirópolis/SP (antiga Cordeiro/SP), bairro este fundado nas terras da antiga fazenda Cascalho, que em 1884 foi convertida no Núcleo Colonial de Cascalho (o primeiro fundado pelo Governo do Estado de São Paulo), terras que em seus primórdios foram de propriedade de José Ferraz de Campos, Barão de Cascalho, o primeiro dos plantadores de café no oeste paulista, onde nasceram os filhos Luiz, Luiza e Joana. A família residiu também em fazendas nas cidades de Taquaritinga/SP, Uchoa/SP, Nova Aliança/SP, Tanabi/SP, Potirendaba/SP e Palestina/SP. Em Taquaritinga/SP residiram na fazenda Água Santa, em Uchoa/SP residiram na fazenda da família Pagani, em Nova Aliança/SP residiram em uma fazenda próxima do córrego da Fartura e na região de Tanabi/SP residiram na fazenda da família Mazzoni. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo na cidade de São Caetano do Sul/SP e Brasília/DF. Segundo informações, Pietro faleceu em 1935 na cidade de Palestina/SP, onde está sepultado. Regina faleceu em 1945 na cidade de São José do Rio Preto/SP, onde está sepultada.

Na documentação que possuímos, há citação de que o casal Pietro Della Colletta e Regina Setten possuía mais dois filhos, Teresa (faleceu em 1887 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè, onde está sepultada) e Emilio (faleceu em 1889 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè, onde está sepultado). No livro de registro de óbitos arquivado na cidade de Mansuè, os sobrenomes de Teresa e Emilio estão grafados como Dalla Colletta.

Em 01/05/2000 recebemos uma carta enviada por Jerônimo Della Colletta residente na cidade de São Caetano do Sul/SP, neto de Antonio Lorenzo Della Colletta (filho do casal Pietro Della Colletta e Regina Setten). Ele nos enviou vasto material sobre a família Della Colletta e nos relatou que seu avô Antonio Lorenzo nasceu em 1886 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè, casou-se com Angela Pastre em 1908 na cidade de Cordeirópolis/SP e tiveram os filhos Pedro, Giácomo, Ângelo Honorato (seu pai), Regina, Henriqueta, Carolina, Amábile, Carmela, Maria, Adelina e Lydia, sendo que o casal teria tido mais dois filhos que faleceram recém-nascidos. Ângelo Honorato nasceu em 1912 na fazenda Água Santa, localizada na cidade de Santa Ernestina/SP (antiga Vila de Santa Ernestina, na época pertencente a cidade de Taquaritinga/SP), foi batizado na Paróquia de São Sebastião, localizada nesta mesma cidade (tendo como padrinhos nossos bisavós Giovanni Battista Della Colletta e Regina Maria Minatel). Segundo seu relato, além de Cordeirópolis/SP, seus avós Antonio Lorenzo e Angela residiram também nas cidades de Araras/SP, Taquaritinga/SP, Uchoa/SP, Nova Aliança/SP, Tanabi/SP, Potirendaba/SP, Palestina/SP, Fernandópolis/SP e São Caetano do Sul/SP, sendo que Antonio Lorenzo faleceu em 1955 na cidade de Santos/SP, onde está sepultado e Angela faleceu em 1963 na cidade de São Paulo/SP onde está sepultada.

Em 03/10/2005
recebemos um e-mail enviado por uma integrante da família Mardegan residente na cidade de Brasília/DF, bisneta de Carolina Della Colletta (filha do casal Pietro Della Colletta e Regina Setten). Ela nos relatou que sua bisavó Carolina nasceu em 1893 (provavelmente no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè), casou-se com Fausto Rossatto e tiveram os filhos Augusta (sua avó), Maria, Guido, Lino, Alzira, Aparecida, Paulina, Paulo e Tereza. Segundo seu relato, seus bisavós Fausto e Carolina residiram na cidade de Borá/SP, sendo que faleceram em 1971 e 1975 respectivamente, ambos na cidade de Pérola/PR, onde estão sepultados. Ela também nos enviou uma fotografia de seus bisavós.


.: Ramo Azul :.

D) Filhos de Luigi Dalla Colletta e Bernardina Pizzinato

.: O primeiro filho deste ramo e também o primeiro integrante da grande família Della Colletta a imigrar para o Brasil, partindo do porto de G
enova por volta de 11/08/1880 no navio Rio Plata e desembarcando no porto do Rio de Janeiro/RJ em 08/09/1880, foi Angelo Dalla Colletta (30 anos - nascido em 1850 na cidade de Cordignano, Província de Treviso, Região do Veneto), juntamente com sua esposa Marina Battistella (29 anos) e os pais de sua esposa Giuseppe Battistella (68 anos) e Teresa (65 anos). Segundo informações o destino da família aqui no Brasil foi a Colônia Dona Isabel, em Bento Gonçalves/RS, onde Angelo comprou um lote de n° 23 (hoje atual Rua José Mário Mônaco). Intalou-se ali como carpinteiro e cultivador do bicho-da-seda. De seu casamento nasceram os filhos Valentina, Luigi, Giovanni, Antônio, Vittorio, Egídio e Ângelo. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo na cidade de Bento Gonçalves/RS. Angelo faleceu em 1906 na cidade de Bento Gonçalves/RS, onde está sepultado. Marina faleceu em 1919 na cidade de Bento Gonçalves/RS, onde está sepultada.

.: Os demais integrantes deste ramo, que imigraram para o Brasil, partindo do porto de G
enova por volta de 30/11/1884 no navio Cenisio e desembarcando no porto do Rio de Janeiro/RJ em 29/12/1884, foram o patriarca da família Luigi Dalla Colletta (71 anos - provavelmente nascido em 1813 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamento com sua esposa e matriarca da família Bernardina Pizzinat (63 anos) e os filhos Angela (30 anos) e Fiore Antonio Giobatta (19 anos - no Brasil passou a utilizar o nome Fiorindo - foi condecorado em 1935 com a Estrela do Mérito do Trabalho no Exterior (Ordine al Merito del Lavoro), no grau Cavaleiro (Cavaliere), por Vittorio Emanuelle III, rei da Itália). Também imigraram juntamente com Luigi, sua filha casada Giovanna (39 anos), seu genro Giovanni Battista Francisconi e seus filhos Egidio (11 anos), Giordano (08 anos), Armando (07 anos), Girolamo Guglielmo (05 anos), Edvige (02 anos) e Olga (01 ano). Aqui no Brasil, na Colônia Conde D'Eu, localizada na cidade de Garibaldi/RS, nasceram o filho Amilcare e provavelmente mais duas filhas, das quais desconhecemos os nomes. Segundo informações, o destino da família aqui no Brasil foi a cidade de Alfredo Chaves/RS (atual Veranópolis/RS). Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo no Estado do Rio Grande do Sul e na cidade de Florianópolis/SC. Luigi faleceu em 1889 na cidade de Alfredo Chaves/RS (atual Veranópolis/RS), onde está sepultado.

Em 21/07/2003 recebemos um e-mail enviado por um integrante da família Francisconi residente na cidade de Florianópolis/SC, bisneto de Amilcare Francisconi (filho do casal Giovanni Battista Francisconi e Giovanna Dalla Colletta). Ele nos relatou informações sobre a família de seu bisavô.


E) Annette Della Colletta

Provavelmente nascida em 1810, segundo informações era solteira e não sabemos se casou-se. Não imigrou para o Brasil.


F) Caterina Della Colletta

Provavelmente nascida em 1807, segundo informações era casada com Giovanni Rui e teria tido um filho de nome Vittorio. Não imigraram para o Brasil.


G) Filhos de Giovanni Della Colletta e Caterina Della Giustina

.: O primeiro integrante deste ramo a imigrar para o Brasil, partindo do porto de G
enova em 22/04/1898 no navio Minas e desembarcando no porto de Santos/SP em 16/05/1898, foi Giovanni Della Colletta (34 anos - nascido em 1864 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com sua esposa Maria Segat (32 anos), os filhos Bortolo (12 anos), Giuseppe (10 anos), Sante Domenico (07 anos), Giovanni Battista (06 anos) e sua mãe Maria Carpenè (63 anos, viúva - provavelmente nascida em 1833 no Distrito (Frazione) de Anzano, na cidade de Cappella Maggiore, localizada na Província de Treviso, Região do Veneto). Giovanni Della Colletta era filho do casal Santo Della Colletta e Maria Carpenè. Santo Della Colletta nasceu em 1826 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), era filho do casal Giovanni Della Colletta e Caterina Della Giustina e faleceu em 1894 no Distrito (Frazione) de Anzano, na cidade de Cappella Maggiore, onde está sepultado. Após chegar ao Brasil, o destino de Giovanni e família teria sido uma fazenda dedicada ao cultivo de café na região de São José do Rio Pardo/SP ou Caconde/SP (recrutados pelo cafeicultor José Júlio de Araújo Aldo). Chegamos a esta conclusão, baseados na certidão de desembarque de Giovanni e família, onde consta como destino "E. Gomide", pois Engenheiro Gomide foi uma estação ferroviária inaugurada em 1889 (localizada na fazenda Pinheiro, na cidade de São José do Rio Pardo), pertencente a Cia. Mogiana de Estradas de Ferro cujo nome homenageou o engenheiro Candido Gonçalves Gomide. Até o presente momento temos conhecimento de que existem descendentes deste casal residindo nas cidades de São Paulo/SP, São José do Rio Pardo/SP e no Estado do Paraná. Segundo informações, Giovanni faleceu por volta de 1950 na cidade de Caconde/SP, onde está sepultado.

.: O outro integrante deste ramo, e o último integrante da grande família Della Colletta a imigrar para o Brasil, partindo do porto de G
enova por volta de 14/11/1902 no navio Las Palmas e desembarcando no porto de Santos/SP em 13/12/1902, foi Domenico Della Colletta (24 anos - provavelmente nascido em 1878 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto)), juntamente com sua esposa Antonia Borsoi (24 anos). Domenico Della Colletta era filho do casal Santo Della Colletta e Maria Carpenè. Segundo informações, o destino da família aqui no Brasil foi a cidade de São José do Rio Pardo/SP.

Na documentação que possuímos, há citação de que o casal Giovanni Della Colletta e Caterina Della Giustina, além do filho Santo, tiveram os filhos Lucia (nascida em 1815), Agostino (nascido em 1828), Orsolina (nascida em 1830) e Natalina (nascida em 1833), todos na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto).


H) Antonio Della Colletta

Provavelmente nascido em 1801, era casado (não sabemos o nome de sua esposa) e teria tido um filho de nome Agostino. Não imigraram para o Brasil, e segundo informações, seus descendentes residem hoje na cidade de Oderzo, Província de Treviso, Região do V
eneto.


I) Arcangelo Della Colletta

Provavelmente nascido em 1804, era casado (não sabemos o nome de sua esposa) e teria tido uma numerosa família com muitos descendentes. Não imigraram para o Brasil.


Resumos e Conclusões:

.: Ramo Verde :.


Giovanni, Antonio, Giuseppe, Pietro e Lucia eram irmãos e filhos do casal (A) Domenico Della Colletta e Lucia Ballarin.
Domenico Della Colletta nasceu provavelmente em 1796 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto) e Lucia Ballarin nasceu em 1800 também na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto).

Giovanni (nosso
trisavô) e Giuseppe Vittore eram irmãos e filhos do casal (B) Giovanni Della Colletta e Anna Maria Pinese. Giovanni Della Colletta nasceu em 1805 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto) e Anna Maria Pinese nasceu em 1813 no Distrito (Frazione) de San Fior di Sotto, na cidade de San Fior e faleceu em 1880 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè, onde está sepultada.

Antonio, Domenico, Francesco, Giovanni e Pietro eram irmãos e filhos do casal (C) Pietro Della Colletta e Maria Da Re.
Pietro Della Colletta nasceu em 1807 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto) e faleceu em 1895 no Distrito (Frazione) de Basalghelle, na cidade de Mansuè, onde está sepultado.

Portanto, (A) Domenico, (B) Giovanni e (C) Pietro eram irmãos e filhos do casal
Giovanni Della Colletta e Maria Boscalin.


.: Ramo Azul :.

Angelo, Angela, Fiore Antonio Giobatta e Giovanna eram irmãos e filhos do casal (D) Luigi Dalla Colletta e Bernardina Pizzinat.
Luigi Dalla Colletta nasceu provavelmente em 1813 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto) e faleceu em 1889 na cidade de Alfredo Chaves/RS (atual Veranópolis/RS), onde está seputado.

Sant
o (pai de Giovanni e Domenico) era filho do casal (G) Giovanni Della Colletta e Caterina Della Giustina. Giovanni Della Colletta nasceu em 1790 na cidade de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto) e Caterina Della Giustina (filha do casal Santo Della Giustina e Orsola Baccichet) nasceu em 1794 na cidade de Serravale, sendo que casaram-se em 1811 nesta mesma cidade.

Portanto, (D) Luigi, (E) Annette, (F) Caterina, (G) Giovanni, (H) Antonio e (I) Arcangelo eram irmãos e filhos do casal Agostino Della Colletta e Lucia Piccin.


Concluindo, Giovanni
Della Colletta (Ramo Verde) e Agostino Della Colletta (Ramo Azul) seriam irmãos e filhos de Domenico Della Colletta, nascido por volta de 1740. Ainda desconhecemos o local de seu nascimento e o nome de sua esposa, a matriarca da família.

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